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Infelizmente, educação não é prioridade

 

 

Enquanto a sociedade brasileira não entender a importância de se fazer mudanças significativas em todas as etapas da educação brasileira, principalmente no que diz respeito à educação infantil, muito ainda vai se perder em tempo, embates políticos, dinheiro e, principalmente, vidas. Nos últimos anos temos acompanhado várias campanhas de orientação sexual, de trânsito, de combate ao uso de drogas, campanhas de preservação do meio ambiente e até plebiscitos sobre desarmamento.

Quando pensamos que já vimos de tudo, aparecem parlamentares despreparados e imaturos que, visando “o melhor" para a população brasileira, ao invés de fazerem o “dever de casa", tentam “educar" o cidadão aplicando leis que determinam a conduta de comportamento, como a Lei da Palmada. Deveriam, sim, correr atrás das reformas política, administrativa e fiscal que o País tanto precisa, procurando o desenvolvimento social, educacional e da saúde.

A vida é a dádiva mais preciosa que existe, e todos os cuidados devem ser tomados para que ela aconteça com segurança, saúde e bem estar. Não seria mais inteligente que os parlamentares fizessem o dever de casa em vez de tentar remediar todas as consequências em decorrência dessa omissão?
Talvez eu esteja enganado, mas em um estado de direito de qualquer país civilizado, nenhum tipo de violência contra a vida humana, independente de idade, sexo, opção sexual, religião, entre outras, é aceitável e deve ser tratado com todo rigor possível.

Existe um padrão comportamental que é passado de geração para geração. Esse padrão condiciona o ser humano na forma de se relacionar, de educar os filhos, na opção religiosa, na escolha do time de futebol, entre outras. Não é criando leis que se muda esse comportamento! A falta de conhecimento e de cultura gera, com o passar do tempo, a maior parte das doenças sociais que vemos diariamente. Enquanto não pararmos para refletir seriamente sobre tudo isso, muita coisa ainda vai se perder.

Educadores discutem o retorno de atividades como as matérias de OSPB e Educação Moral e Cívica para o currículo escolar brasileiro. Não concordo. Independentemente do modelo de escola, regular ou integral, por meio de projetos permanentes que visem a formação moral e humana, a instituição deve ser a principal parceira da família na construção de valores que nortearão toda a vida de seus alunos.

 

Fernando Rassi Nader é médico e diretor da Escola Internacional de Goiânia

 

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